Lulinha: PGR diz que PF não identificou conclusão de nenhum negócio do Careca do INSS com o governo
Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha Reprodução / JN A Procuradoria-Geral da República (PGR) disse em manifestação ao Supremo Tribunal Federal (STF) que a atuação de Roberta...
POR G1 POLÍTICA
Publicado em 20/08/2026 às 19:30

Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha
Reprodução / JN
A Procuradoria-Geral da República (PGR) disse em manifestação ao Supremo Tribunal Federal (STF) que a atuação de Roberta Luchsinger e de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, para favorecer os interesses de Antônio Carlos Camilo Antunes, o "Careca do INSS", não culminou com o fechamento de negócios com o poder público.
O documento a que a TV Globo teve acesso é assinado por Hindenburgo Chateaubriand Filho, vice-Procurador-Geral da República.
Nele, a PGR defende que a remessa do inquérito à Justiça Federal de primeira instância "por conta da ausência de indícios mínimos de participação de autoridade que justificaria a competência do STF e tendo sido afastada a conexão dos fatos com o objeto da Operação Sem Desconto".
Investigações
A Polícia Federal (PF) investiga o filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pelos crimes de tráfico de influência e corrupção em três inquéritos diferentes.
Uma das linhas de investigação apura se Lulinha atuou para promover os interesses do "Careca do INSS" em negociações sobre a venda de medicamento à base de canabidiol ao Ministério da Saúde.
O "Careca do INSS" é apontado como um dos principais responsáveis por desvios de aposentadorias e pensões.