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Política / 27.10.2026

Zambelli, Eduardo Bolsonaro e mais: veja bolsonaristas que deixaram o Brasil

Veja bolsonaristas que deixaram o país A Polícia Federal (PF) apura se o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), derrotado na disputa pela Presidência da República, deixou o Bras...

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POR G1 POLÍTICA

Publicado em 27/10/2026 às 17:46

Zambelli, Eduardo Bolsonaro e mais: veja bolsonaristas que deixaram o Brasil
© FONTE: G1 Política


Veja bolsonaristas que deixaram o país A Polícia Federal (PF) apura se o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), derrotado na disputa pela Presidência da República, deixou o Brasil. Um jornal argentino divulgou, durante a madrugada desta terça (27), que o senador teria saído do país pela fronteira com Puerto Iguazú, na Argentina. 📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia Se confirmada a fuga, essa não seria a primeira vez que um aliado do ex-presidente Jair Bolsonaro deixa o país em meio a investigações ou condenações. ➡️Flávio é alvo de investigações que tramitam no Supremo Tribunal Federal (STF). Os casos envolvem suspeitas de irregularidades no financiamento de um filme sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro, chamado de "Dark Horse", e de lavagem de dinheiro em negócios relacionados a casas de apostas cujo dono é Willer Tomaz, advogado e amigo de Flávio. Relembre casos em que bolsonaristas deixaram o Brasil: Silvinei Vasques O ex-diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal (PRF) Silvinei Vasques foi preso em dezembro de 2025, no Paraguai, quando tentava embarcar em um voo com destino a El Salvador utilizando documentos falsos. Silvinei havia sido condenado a 24 anos de prisão por participação na tentativa de golpe de Estado. Ele foi detido no aeroporto de Assunção, capital paraguaia, após deixar o Brasil e romper a tornozeleira eletrônica que utilizava por determinação judicial. Depois da prisão, foi entregue às autoridades brasileiras e transferido para Brasília. Atualmente, cumpre pena na Papudinha, unidade localizada no Complexo Penitenciário da Papuda, no Distrito Federal. Alexandre Ramagem O ex-deputado federal Alexandre Ramagem, que também comandou a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) durante o governo Bolsonaro, deixou o Brasil clandestinamente em setembro de 2025. Segundo a PF, Ramagem atravessou a fronteira de Roraima com a Guiana e, de lá, embarcou para os Estados Unidos utilizando um passaporte diplomático. Ele foi condenado pelo STF a 16 anos e um mês de prisão por participação na trama golpista. O ex-deputado estava proibido de deixar o Brasil por determinação judicial. Em abril de 2026, Ramagem chegou a ser detido por agentes do serviço de imigração dos Estados Unidos, em Orlando, na Flórida, mas foi liberado dois dias depois. Ele permanece nos Estados Unidos e é alvo de um pedido de extradição apresentado pelo governo brasileiro. LEIA MAIS Imprensa internacional repercute suspeita de fuga de Flávio Bolsonaro após derrota eleitoral e retomada de investigações Flávio Bolsonaro descumpre ordem de Moraes e não entrega passaporte à PF Carla Zambelli A ex-deputada federal Carla Zambelli deixou o Brasil em maio de 2025 e seguiu para a Itália, após condenações judiciais. Zambelli foi condenada em dois processos: um por porte ilegal de arma de fogo e constrangimento ilegal e outro pela invasão dos sistemas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). O primeiro caso ocorreu na véspera do segundo turno das eleições de 2022, quando a então deputada perseguiu um homem negro, apoiador do presidente Lula (PT), com uma arma em punho pelas ruas de São Paulo. Após sair do Brasil, Zambelli passou pelos Estados Unidos e seguiu para a Itália, onde foi presa em julho de 2025. A ex-deputada foi libertada em maio de 2026, após uma decisão da Justiça italiana que negou um dos pedidos de extradição apresentados pelo Brasil.. A Justiça italiana deverá reavaliar o pedido de extradição apresentado contra a ex-deputada. Eduardo Bolsonaro O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro, filho do ex-presidente Jair Bolsonaro e irmão de Flávio Bolsonaro (PL), deixou o Brasil no início de 2025. Desde então, permanece nos Estados Unidos. Em junho de 2026, ele foi condenado pelo STF a quatro anos e dois meses de prisão pelo crime de coação no curso do processo. Segundo o Supremo, Eduardo atuou para pressionar autoridades brasileiras e tentar interferir no julgamento da ação penal sobre a trama golpista, na qual seu pai foi condenado. Em outubro deste ano, o ministro Alexandre de Moraes determinou o início do cumprimento da pena e a expedição de um mandado de prisão contra Eduardo. Veja bolsonaristas que deixaram o Brasil após condenações e investigações Reprodução/GloboNews

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