CEARÁNOTÍCIAS24H

O portal da verdade
Plantão
Ceará / 21.08.2026

Suspeita de matar sogra com veneno é presa quase quatro anos após crime no Maranhão

Uma mulher foi presa preventivamente na última quarta-feira (19), em Pinheiro, na Baixada Maranhense, suspeita de envenenar e matar a própria sogra. As duas não tiveram as identida...

person

POR CEARÁ AGORA

Publicado em 21/08/2026 às 14:19

Suspeita de matar sogra com veneno é presa quase quatro anos após crime no Maranhão
© FONTE: Ceará Agora

Uma mulher foi presa preventivamente na última quarta-feira (19), em Pinheiro, na Baixada Maranhense, suspeita de envenenar e matar a própria sogra. As duas não tiveram as identidades reveladas. Segundo a Polícia Civil, a vítima aguardava receber aproximadamente R$ 50 mil de um consórcio, as autoridades investiga se o dinheiro teria relação com o homicídio.

A prisão foi realizada pela 5ª Delegacia Regional de Pinheiro, com apoio do serviço de inteligência da Secretaria de Estado da Segurança Pública do Maranhão (SSP-MA). A suspeita será investigada por homicídio qualificado.

O crime aconteceu em novembro de 2022, quando a vítima esteve na casa do filho. Segundo a Polícia Civil, durante a visita, a idosa fez uma refeição no local e, depois, começou a apresentar sintomas como dores abdominais, diarreia, vômitos, fraqueza e tremores. O estado de saúde dela piorou e ela foi levada para atendimento médico, mas não resistiu. Na época, a causa da morte não havia sido esclarecida.

Investigação

Com o avanço da investigação, a Polícia Civil encontrou indícios de que a morte poderia ter sido provocada por envenenamento. A corporação solicitou a exumação do corpo, realizada cerca de 11 meses após o sepultamento.

O laudo pericial apontou que a idosa morreu por intoxicação exógena causada por terbufós, substância tóxica utilizada como pesticida e popularmente conhecida como “chumbinho”. Com os elementos reunidos durante a investigação, os agentes solicitaram à Justiça a prisão preventiva da nora da vítima. 

A investigada deve ser encaminhada para a Unidade Prisional de Ressocialização (UPR) de Pinheiro, onde permanecerá à disposição da Justiça. As investigações continuam para esclarecer as circunstâncias do crime e verificar se os cerca de R$ 50 mil que a vítima aguardava receber do consórcio tiveram alguma relação com a morte.

Informe Publicitário Publicidade Rodapé