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Mundo / 20.06.2026

Trump: 'Não haverá cobrança de pedágio no Estreito de Ormuz a menos que seja imposto pelos EUA'

Navios no Estreito de Ormuz em 18 de junho de 2026. Reuters/Stringer O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou neste sábado (20) que não haverá cobrança de ped...

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POR G1 MUNDO

Publicado em 20/06/2026 às 19:25

Trump: 'Não haverá cobrança de pedágio no Estreito de Ormuz a menos que seja imposto pelos EUA'
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Navios no Estreito de Ormuz em 18 de junho de 2026. Reuters/Stringer O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou neste sábado (20) que não haverá cobrança de pedágio no Estreito de Ormuz, "a menos que seja imposto pelos EUA". ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp Em um post na rede Truth Social, Trump disse que, caso o acordo definitivo com o Irã não seja alcançado, seu governo pode cobrar taxas "como forma de reembolso de custos". "Não haverá cobrança de pedágio no Estreito de Ormuz durante os 60 dias do período de cessar-fogo, e também não haverá cobrança de pedágio após o término desse período. A menos que sejam imposto pelos Estados Unidos da América, caso o acordo não seja concluído, como forma de reembolso de custos passados, presentes e futuros", escreveu. Mais cedo, neste sábado, a Guarda Revolucionária do Irã declarou que o Estreito de Ormuz está fechado, em meio a acusações de que Estados Unidos e Israel violaram compromissos de cessar-fogo no Oriente Médio. O anúncio aumenta a tensão antes de uma nova rodada de conversas entre Washington e Teerã, prevista para ocorrer na Suíça. Pouco antes, o vice-presidente dos Estados Unidos, JD Vance, havia dito à Fox News que não havia evidências de que a passagem marítima estivesse bloqueada. O Estreito de Ormuz é uma das rotas mais importantes do mundo para o transporte de petróleo e gás. A Guarda Revolucionária alertou embarcações para que não se aproximem da região e afirmou que a segurança dos navios poderá estar em risco caso tentem acessar a passagem. Segundo a Guarda Revolucionária, a decisão foi tomada pelo que Teerã classificou como “crimes” de Israel no Líbano e de uma suposta violação, pelos Estados Unidos, dos compromissos para estabelecer um cessar-fogo. A declaração ocorre dias depois de Estados Unidos e Irã assinarem um acordo provisório para tentar encerrar a guerra entre os dois países, que já dura quase quatro meses. O pacto foi fechado na quarta-feira (17) pelo presidente dos EUA, Donald Trump, e pelo presidente do Irã, Masoud Pezeshkian. Mapa divulgado pelo Irã mostra controle em região do Estreito de Ormuz Juan Silva/g1

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