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Ceará / 07.08.2026

Primeiras imagens revelam cratera deixada por foguete da SpaceX após colisão com a Lua

Foram divulgadas nesta sexta-feira (7/8) as primeiras imagens da cratera causada pela colisão de um foguete Falcon 9, da SpaceX, empresa do bilionário sul-africano Elon Musk, com a...

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POR CEARÁ AGORA

Publicado em 07/08/2026 às 14:29

Primeiras imagens revelam cratera deixada por foguete da SpaceX após colisão com a Lua
© FONTE: Ceará Agora

Foram divulgadas nesta sexta-feira (7/8) as primeiras imagens da cratera causada pela colisão de um foguete Falcon 9, da SpaceX, empresa do bilionário sul-africano Elon Musk, com a Lua.

Parte do foguete colidiu com a Lua por volta das 6h35 (horário do Reino Unido) de quarta-feira (5/8), após passar mais de um ano à deriva no espaço.

A agência espacial da Coreia do Sul informou que sua sonda Danuri registrou o impacto da colisão durante várias passagens pela Lua, enquanto estava em órbita lunar.

As fotos de “antes e depois” mostram a marca de 18 metros deixada pelos destroços do foguete, contou o “Telegraph”.

Divulgadas as primeiras imagens de cratera aberta na Lua pela SpaceX — Foto: AFP
Divulgadas as primeiras imagens de cratera aberta na Lua pela SpaceX — Foto: AFP

Foto de 2015 (à esquerda) e de 5 de agosto de 2026, já com a cratera produzida por foguete da SpaceX — Foto: AFP
Foto de 2015 (à esquerda) e de 5 de agosto de 2026, já com a cratera produzida por foguete da SpaceX — Foto: AFP

Antes do impacto, cientistas haviam previsto que o foguete atingiria a Lua com uma força equivalente a três toneladas de TNT, criando uma nova cratera na superfície lunar.

A estimativa era de que o foguete atingisse a Lua a uma velocidade de cerca de 8.700 km/h — sete vezes a velocidade do som.

Esperava-se que a colisão fosse visível da Terra, mas fotógrafos amadores que observavam o evento por meio de telescópios não conseguiram detectar sinais do impacto, que deveria ter gerado um pequeno clarão.

Na última segunda-feira (3/8), Julianna Scheiman, da SpaceX, havia afirmado que uma “combinação de atividade solar e forças gravitacionais” colocou o fragmento do foguete em uma trajetória em direção à Lua.

O impacto não representou qualquer perigo para a Terra. No entanto, astrônomos manifestaram preocupação com o acúmulo de detritos espaciais na atmosfera.

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