Necessidades e urgências
Segundo Geraldo Alckmin, vice-presidente e candidato à reeleição, os principais temas a serem abordados pelo Executivo e Legislativo eleitos neste ano, não deverão ir muito além de...
POR O ESTADO
Publicado em 31/07/2026 às 05:27
Segundo Geraldo Alckmin, vice-presidente e candidato à reeleição, os principais temas a serem abordados pelo Executivo e Legislativo eleitos neste ano, não deverão ir muito além de Educação, Saúde e Segurança. Sobre o assunto, nada há a se duvidar, tendo em vista que sem Educação, sem segurança e sem Saúde, não há Nação que resista, nem há sociedade que possa sobreviver. Caberá aos novos congressistas reformular as causas e os efeitos do que os seus antecessores fizeram ao país, analisando com equilíbrio e sensatez o que foi realizado pelos atuais legisladores. A sociedade, em sua totalidade, agradeceria. Há, porém, em Brasília, alguns pontos a serem costurados em relação à maneira como serão priorizadas as demais necessidades do povo. No caso da Educação, uma obrigação será reconhecer o trabalho do ministro Camilo Santana, responsável pela dinâmica imprimida ao MEC. Mas o tema será esquecido se Lula perder as eleições. Já a Segurança Pública, ganhe qualquer candidato, o tema terá que ser imediatamente atacado com seriedade e senso de justiça pelo Congresso olhando pelo retrovisor para pagar uma conta social que os seus integrantes nos devem, e sem politicagem. Na verdade, o sofrimento da gente brasileira com a violência está na boca do povo. Qualquer país que tenha um Congresso contaminado como o nosso, pegando “toco” de emendas parlamentares, não tem como resistir ao avanço da criminalidade. União, Estados e Municípios terão que se unir num só corpo em defesa da sociedade que inclui também eles votando as medidas de sobrevivência sabendo que será assim, ou o caixão e vela. Como estamos às vésperas da eleição de um novo presidente ou reeleição do atual, assim como novo Senado e nova Câmara, essas responsabilidades deverão apenas trocar de mãos, sendo que a Nação não tem mais espaços nem tempo para ser mal servida.
Flávio recorre ao 3º marketeiro. Depois de algum silêncio em relação às pavoníces do presidente argentino Javier Milei, Lula afirmou que “não vale a pena incomodar-se com o péssimo presidente da Argentina, país-irmão de quem todos brasileiros gostam. Milei que continue falando sozinho para os seus iguais”. O barraco do nosso vizinho em conluio com o “coisa louca” ficou barato. Quem pagou o pato foi a dupla Alexandre Oltramari e Eduardo Fischer substituída pelo marketeiro Duda Lima, terceiro profissional contratado para fazer milagre…
Indiferença absurda. Um dos pontos que mais surpreenderam nas pesquisas de um modo geral nos últimos dias, tem a ver com o pleito de outubro no que tange o Governo do Estado. Em recente mostragem um Instituto revelou números que pegam de surpresa a sociedade cearense. Diz respeito à indiferença do eleitorado que chega a mostrar que 70% do eleitorado ainda não se definiu. O povão não está nessa, ainda….
Projeto Nacional. O Ministério do Turismo divulga para toda a Nação Projeto de Lei do Governo Federal que estabelece a criação da Plataforma Nacional de Turismo, instrumento que fará levantamento total das atrações de cada um dos municípios brasileiros, com o que impulsionará inclusive o turismo interno no Brasil.
Posições incertas. Não há informações sobre o pedido do deputado Moses Rodrigues para anular a convenção do UB. O problema é que o TRE se encolheu. Não quer antecipar prognóstico. A coluna ouviu um magistrado uma avaliação pessimista. Não disse que sim, nem que não. Mas para quem conhece os meandros da lei, as entrelinhas falam. A corte dificilmente dará provimento.
Depende da condução. Para o deputado Fernando Hugo é preciso união entre políticos e sociedade pelo fim da jornada de trabalho 6 x 1. A seu ver trata-se de um teste para políticos, e ao mesmo tempo também para o empresariado, além de fazer justiça aos trabalhadores cuja produção melhora.
Realidade reconhecida. É reconhecida a sensatez da deputada Juliana Lucena, saindo da disputa por reeleição. Tem o reconhecimento do Governo do Estado para assumir a Secretaria da Mulher, que passaria a ser conduzida por uma jovem da confiança de todas as mulheres e do Governo.
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