CEARÁNOTÍCIAS24H

O portal da verdade
Plantão
Política / 30.10.2026

Governo Lula não quer transformar em crise ajuda da Casa Branca para fuga de Flávio Bolsonaro

Lula e Trump se encontraram pela última vez na Casa Branca em maio Ricardo Stuckert / PR Depois de revelado que um funcionário da Casa Branca contratou o avião da fuga de F...

person

POR G1 POLÍTICA

Publicado em 30/10/2026 às 08:09

Governo Lula não quer transformar em crise ajuda da Casa Branca para fuga de Flávio Bolsonaro
© FONTE: G1 Política


Lula e Trump se encontraram pela última vez na Casa Branca em maio Ricardo Stuckert / PR Depois de revelado que um funcionário da Casa Branca contratou o avião da fuga de Flávio Bolsonaro (PL) para os Estados Unidos, diplomatas e assessores diretos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) avaliam que o melhor caminho é o do pragmatismo, evitando transformar o episódio em uma crise com o presidente Donald Trump. A avaliação, inclusive, é que Trump já está sofrendo pressão e cobrança interna pela ajuda na fuga do candidato derrotado do PL, que deve crescer ainda mais diante da pergunta sobre quem pagou o jatinho contratado por Jason Miller, assessor do presidente americano na Casa Branca. Trump disse que não tomou lado em eleições brasileiras a pedido de Lula Se foi o governo dos Estados Unidos, os democratas vão usar essa informação com munição extra na eleição da semana que vem para renovação do Congresso americano. Trump deve perder maioria na Câmara dos Representantes, e corre o risco de ficar também minoria no Senado. Nesta sexta-feira ou sábado (31), o ministro das Relações Exteriores do Brasil, Mauro Vieira, pode se encontrar com seu colega Marco Rubio na reunião dos chanceleres do G20. Será uma oportunidade para o brasileiro informar o americano que até o PL, partido de Flávio Bolsonaro, reconheceu a vitória do presidente Lula na eleição do último domingo. Em dezembro, será a vez de Lula se encontrar com Trump na reunião dos chefes de Estado do G20. A equipe do presidente brasileiro lembra que o americano ainda tem dois anos de mandato pela frente e o Brasil precisa conviver com ele e fazer negociações que possam beneficiar as empresas brasileiras.

Informe Publicitário Publicidade Rodapé