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Política / 26.07.2026

Ex-presidente do STF, advogado: saiba quem era Octavio Gallotti, que morreu aos 95 anos

O ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) Octavio Gallotti morreu neste domingo (26), aos 95 anos. O ministro integrou o Supremo entre 1984 e 2000 e presidiu a Cort...

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POR G1 POLÍTICA

Publicado em 26/07/2026 às 16:09

Ex-presidente do STF, advogado: saiba quem era Octavio Gallotti, que morreu aos 95 anos
© FONTE: G1 Política


O ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) Octavio Gallotti morreu neste domingo (26), aos 95 anos. O ministro integrou o Supremo entre 1984 e 2000 e presidiu a Corte de 1993 a 1995. Gallotti nasceu em 27 de outubro de 1930, na cidade do Rio de Janeiro e é pai da ministra do Superior Tribunal de Justiça Isabel Gallotti. Segundo o STF, até o momento não há informações sobre o velório e sepultamento. Agora no g1 Em nota, o Ministério Público Federal manifestou pesar pelo falecimento do ministro. "Neste momento de luto, o Ministério Público Federal expressa sua solidariedade aos familiares e amigos e a todos que conviveram e terão como lembrança seu exemplo de integridade e serenidade". "Ao longo de sua vida pública, marcada pela defesa da democracia, o ministro Octávio Gallotti destacou-se pela sólida formação jurídica e pelo compromisso permanente com a Constituição e com a legalidade. Sua atuação, marcada pelo equilíbrio, pela independência e pelo rigor técnico, deixa um legado de inestimável valor para o Direito brasileiro e para a consolidação do Estado Democrático de Direito e fortalecimento das instituições", diz a nota. Tragetória Em 20 de novembro de 1984, assumiu o cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal, para o qual fora nomeado pelo Presidente João Figueiredo, na vaga decorrente da aposentadoria do Ministro Pedro Soares Muñoz. Galloti permaneceu no STF até outubro de 2000, quando atingiu a idade limite para permanência da atividade. Octávio Galloti, ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) Reprodução Durante o período, exerceu interinamente a Presidência da República em duas ocasiões, durante viagens internacionais do então presidente Itamar Franco. Segundo o STF, sua carta de despedida foi lida pelo Presidente, Ministro Carlos Velloso, na Sessão de Homenagem, realizada em 15 de março de 2001, ocasião em que falou pela Corte, o Ministro Sepúlveda Pertence, pelo Ministério Público Federal, o professor Geraldo Brindeiro e pela Ordem dos Advogados do Brasil, o professor Roberto Rosas.

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