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Regional / 14.05.2026

Desocupação no Brasil: 15 estados registram alta no primeiro trimestre de 2026

O desemprego subiu em 15 estados brasileiros no 1º trimestre de 2026, com Bahia liderando as taxas mais altas, segundo o IBGE. O post Desocupação no Brasil: 15 estados registram a...

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POR SOBRAL ONLINE

Publicado em 14/05/2026 às 12:57

Desocupação no Brasil: 15 estados registram alta no primeiro trimestre de 2026
© FONTE: Sobral OnLine
Imagem gerada com IA

O cenário do mercado de trabalho brasileiro apresentou um aumento significativo na taxa de desocupação em mais da metade dos estados no primeiro trimestre de 2026. Dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quinta-feira, 14 de maio de 2026, revelam que 15 das 27 unidades da Federação registraram alta no índice de desemprego, enquanto as 12 restantes permaneceram estáveis. Nenhum estado brasileiro conseguiu reduzir sua taxa de desocupação no período analisado, indicando um momento de estagnação ou retrocesso em diversas regiões.

desemprego: cenário e impactos

Essa elevação na taxa de desemprego é atribuída, em parte, a fatores sazonais. O IBGE explica que o encerramento de vagas temporárias, frequentemente abertas no final do ano anterior para atender à demanda de festas e férias, contribui para o aumento do número de pessoas em busca de trabalho no início do ano. Apesar da desaceleração observada, o instituto ressalta que o mercado de trabalho ainda demonstra certa resiliência.

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Panorama Nacional da Desocupação

Entre os estados com as maiores taxas de desocupação, a Bahia se destaca com o índice mais elevado do país, atingindo 10,9%. Em seguida, aparecem Pernambuco, com 10,8%, e Piauí, registrando 10,2%. Essas regiões enfrentam desafios persistentes na geração de empregos formais e na absorção da mão de obra disponível.

Na contramão, Santa Catarina mantém a menor taxa de desocupação do Brasil, com apenas 3,0%. Rondônia e Mato Grosso também se posicionam com índices baixos, ambos com 3,5%. A análise trimestral aponta que as maiores elevações foram observadas em Pernambuco, com um salto de 2,5 pontos percentuais, Piauí, com avanço de 2,2 pontos percentuais, e Paraná, que registrou alta de 1,6 ponto percentual.

Informalidade Persiste como Desafio

A informalidade continua sendo uma característica marcante do mercado de trabalho brasileiro, com variações significativas entre os estados. Os índices oscilaram de 25,3% em Santa Catarina, que apresenta o menor patamar, a alarmantes 57,8% no Maranhão. Pará e Piauí também registraram níveis elevados de informalidade, ambos superando a marca de 54%.

Além de Santa Catarina, o Distrito Federal e São Paulo se destacam por apresentar os menores níveis de trabalhadores informais. O levantamento do IBGE para a informalidade abrange diversas categorias, incluindo trabalhadores sem carteira assinada, empregados domésticos sem registro formal, empregadores sem CNPJ e trabalhadores por conta própria que não possuem registro formal de suas atividades.

Rendimento Médio e Resiliência do Mercado

No que tange ao rendimento médio real habitual dos trabalhadores, a maioria do país observou estabilidade no primeiro trimestre de 2026. Os maiores valores de rendimento foram identificados no Distrito Federal, em São Paulo e no Paraná, refletindo economias mais dinâmicas e com maior oferta de empregos qualificados.

Por outro lado, Maranhão e Ceará registraram os menores rendimentos médios, evidenciando as disparidades regionais no poder de compra e nas condições de trabalho. Apesar da desaceleração no início do ano, o IBGE mantém a avaliação de que o mercado de trabalho brasileiro demonstra resiliência, adaptando-se às flutuações econômicas e sazonais.

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