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Ceará / 18.07.2026

Copa feminina de futebol avança e promete contagiar o país. Fortaleza será uma das cidades-sede

Pode parecer absurdo, mas houve um tempo no Brasil em que driblar, chutar e até fazer gols era poibido no país. Rememorando essa parte da nossa historia e  que o futebol feminino n...

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POR AGÊNCIA SEBRAE CE

Publicado em 18/07/2026 às 13:24

Copa feminina de futebol avança e promete contagiar o país. Fortaleza será uma das cidades-sede
© FONTE: Agência Sebrae CE

Pode parecer absurdo, mas houve um tempo no Brasil em que driblar, chutar e até fazer gols era poibido no país. Rememorando essa parte da nossa historia e  que o futebol feminino no Brasil foi proibido pelo Decreto-Lei 3.199 do governo Getúlio Vargas, que proibia a prática de esportes considerados “incompatíveis com as condições de sua natureza”. A modalidade só foi efetivamente regulamentada em 1983.

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Portanto, 14 de abril de 1941, graças ao decreto assinado  por Getúlio Vargas, a data ficou conhecida domo o dia  da proibição do  futebol feminino no Brasil. E durou 40 anos garantindo a distância entre mulheres jovens, proibidas de jogarem  suas pelotas”, como era popularmente conhecidos os jogos improvisadas, disputados em áreas de terra e chão de terra batida.

PLANEJAMENTO

Enquanto brasileiras affcionadas pelo esporte criado pelos ingleses e que virou paixão nacional começam a contagem repressiva para o torneio em terras brasileiras, que, segundo a Fifa  32 seleções divididas e jogos em 8 cidades, incluindo Fortaleza.

Esta é a 10ª edição do torneio e a primeira vez que o campeonato será sediado na América do Sul. O torneio passará por oito cidades brasileiras: Belo Horizonte, Brasília, Fortaleza, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo. As arenas, incluindo Maracanã e Neo Química Arena, receberão ajustes para atender aos padrões da FIFA.

A Copa do Mundo Feminina no Brasil será a primeira da história em que As partidas serão distribuídas em que as partidas serão distribuídas por diferentes regiões do país. O torneio, que ocorrerá entre 24 de junho e 25 de julho de 2027, marcará a estreia da competição na América do Sul e contará com 64 jogos espalhados por oito cidades-sede. [1, 2]
As arenas escolhidas para receber o evento incluem o Maracanã (Rio de Janeiro), onde será realizada a final, Neo Química Arena (São Paulo), Arena Castelão (Fortaleza), além dos estádios em Belo Horizonte, Brasília, Porto Alegre, Recife e Salvador.

Os parceiros processam dados pessoais de acordo com as disposições legais, como a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). Aqui estão alguns pontos importantes:
Responsabilidade: Os parceiros são responsáveis pelo tratamento dos dados pessoais e devem garantir a proteção desses dados conforme as leis aplicáveis.

Finalidades: Os dados podem ser tratados para finalidades específicas, como comunicação comercial, gestão de relacionamentos e execução de contratos.

Consentimento: É importante que os dados sejam tratados com base no consentimento do titular, que pode ser revogado a qualquer momento.

Segurança: Os parceiros devem garantir a segurança dos dados e seguir as melhores práticas para proteção da informação.

Para avançar no projeto, representantes do superintendente do Sebrae/CE, Joaquim Cartaxo; do presidente do Sistema Fecomércio Ceará, Luiz Fernando Bittencourt, e da titular da Secretaria da Mulher de Fortaleza (SeMulher), Fátima Bandeira, participam de mais uma reunião importante, para discutir parcerias e iniciativas relacionadas à realização da competição na capital cearense.

A proposta é unir esforços institucionais para construir um legado duradouro a partir do evento, aproveitando a visibilidade internacional da Copa para estimular novas oportunidades econômicas e ampliar a participação das mulheres em diferentes setores da sociedade. A reunião será realizada na sede da Fecomércio-CE.

Fortalecimento feminino

Joaquim Cartaxo já destacou que a Copa Feminina possui potencial para impulsionar ainda mais o ambiente de empreendedorismo feminino em Fortaleza. Sempre buscando criar oportunidades para negócios liderados por mulheres e fortalecer cadeias produtivas relacionadas ao evento, ele pretende trazer novas ideias para o evento.

No encontro, a secretária Fátima Bandeira deverá apresentar uma visão voltada aos impactos sociais da competição e as possibilidades de fortalecimento das políticas públicas para mulheres, ampliando o debate sobre inclusão, autonomia econômica e participação feminina. A construção dessa agenda também prevê uma futura integração com a Secretaria do Turismo do Estado (Setur-CE).

Pela Fecomércio Ceará, o presidente Luiz Fernando manifestou interesse na a criação de um comitê interno para discutir e desenvolver, em conjunto com as instituições envolvidas, ações relacionadas à Copa. A articulação reúne três áreas fundamentais para transformar grandes eventos em instrumentos de desenvolvimento. A qualificação e o empreendedorismo, representados pelo Sebrae; comércio, serviços, turismo e economia, por meio da Fecomércio-CE, além de políticas de inclusão e fortalecimento feminino, conduzidas pela Secretaria da Mulher.

Mais do que receber partidas da Copa do Mundo Feminina, Fortaleza busca consolidar uma estratégia para que o evento deixe marcas positivas na economia e na sociedade, ampliando oportunidades e fortalecendo uma nova geração de mulheres protagonistas.

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Para a Secretária Fátima Bandeira,  além do futebol feminino em si, como base e como formação em escala para os times, precisamos deixar de legado as políticas públicas ligas ao combate à violência contra a mulher, o fim do racismo, e qualquer tipo de preconceito que envolva as futuras gerações, a Copa de futebol feminino vai deixar um legado em recomeço à violência de gênêro  e o reforço ao  empreendedorismo em geral.

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