CASO MOCINHA: POLÍCIA CIVIL CONCLUI INVESTIGAÇÃO E INDICIA ACUSADO PELA MORTE DE PROFESSORA EM CAMOCIM
A Polícia Civil concluiu a investigação sobre o assassinato de Maria Eutelvina Monteiro de Arruda, a Mocinha, de 61 anos, servidora pública e professora, crime que causou grande co...
POR MIQUEIAS RADIO
Publicado em 02/09/2026 às 17:50
A Polícia Civil concluiu a investigação sobre o assassinato de Maria Eutelvina Monteiro de Arruda, a Mocinha, de 61 anos, servidora pública e professora, crime que causou grande comoção em Camocim, no litoral oeste do Ceará.
📅 Mocinha desapareceu no dia 2 de junho de 2026, após sair de casa. No dia seguinte, 3 de junho, seu corpo foi localizado enterrado em uma cova rasa, em um terreno baldio no bairro Tijuca.
🚔 No dia 16 de junho de 2026, a Polícia Civil prendeu temporariamente Francisco Carlos de Souza Barbosa, de 35 anos, conhecido como “Beto Ferrari”, apontado como suspeito do crime. A prisão ocorreu após ele ser localizado na posse da motocicleta pertencente à vítima.
Na época, em entrevista exclusiva ao Miqueias Rádio, Beto Ferrari negou qualquer participação no homicídio e afirmou ser inocente, declarando-se uma “vítima” da situação.
🔎 INVESTIGAÇÃO CONCLUÍDA
Segundo informações repassadas pela Polícia Civil, o inquérito foi concluído e o suspeito foi indiciado. Durante a investigação, foram reunidas provas, depoimentos e testemunhos que, segundo a Polícia, reforçaram a linha investigativa sobre a participação do acusado.
Um dos elementos apontados pelos investigadores envolve a mudança de roupa do suspeito no dia do crime. Conforme apurado, ele teria saído usando uma determinada roupa e retornado posteriormente com outra, circunstância que foi considerada dentro do conjunto de provas reunidas durante a investigação.
📱 MENSAGEM PARA ATRAIR A VÍTIMA
Outro elemento importante foi uma conversa pelo WhatsApp. Em uma das mensagens, o acusado teria dito à vítima:
“A gente vai lá na oficina pra você ver a moto.”
De acordo com a investigação, a mensagem teria sido utilizada para atrair Mocinha até o local onde o crime teria sido consumado.
⚖️ PRISÃO TEMPORÁRIA FOI TRANSFORMADA EM PREVENTIVA
Inicialmente, a Justiça havia determinado a prisão temporária por 30 dias. Posteriormente, a medida foi renovada por mais 30 dias.
Antes do encerramento desse segundo prazo, o delegado regional Erick Daniel solicitou a prisão preventiva do investigado. O pedido foi analisado pelo Poder Judiciário e acatado pelo juiz, mantendo Francisco Carlos de Souza Barbosa preso.
Com a conclusão da investigação e o indiciamento, o caso segue agora para as próximas etapas no âmbito do Ministério Público e da Justiça.
⚠️ A defesa do acusado poderá apresentar sua versão dos fatos, e ele permanece com direito à presunção de inocência até eventual condenação definitiva.
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