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Política / 07.08.2026

Caiado propõe criar polícia conjunta com países sul-americanos para combater o crime organizado

Caiado em entrevista à GloboNews e ao g1. Reprodução O candidato Ronaldo Caiado (PSD) propõe a criação de uma conjunta com países sul-americanos como forma de atingir as fa...

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POR G1 POLÍTICA

Publicado em 07/08/2026 às 14:55

Caiado propõe criar polícia conjunta com países sul-americanos para combater o crime organizado
© FONTE: G1 Política


Caiado em entrevista à GloboNews e ao g1. Reprodução O candidato Ronaldo Caiado (PSD) propõe a criação de uma conjunta com países sul-americanos como forma de atingir as facções criminosas internacionais e o crime organizado. "São dez países que compõem a fronteira com o Brasil. Esses dez países eu os procurarei para nós montarmos da mesma maneira que a Europa desenvolveu uma polícia que ela transita entre todos", diz. Segundo o candidato, o comando dessa corporação seria revezado com eleições entre os países e que tentará ser o primeiro comandante. Ele diz que ainda não tratou do assunto com nenhum outro país, mas que o fará assim que assumir a Presidência, se eleito. "Estou criando uma polícia em parceira com os dez países que ela tenha trânsito. Eles com o Brasil e nós com os países deles para que isso dê rapidez às operações", diz o candidato. Ao tratar de combater as facções criminosas no Brasil, Caiado cita a importância de “resgatar o patrimônio territorial” do Brasil e “reocupar” o território do país. Ao tratar de territórios ocupados, o ex-governador de Goiás citou o Rio de Janeiro e falou sobre a dificuldade de transitar no estado. O candidato reagiu a um vídeo dele mesmo falando sobre as polícias brasileiras e reafirmou a proposta de usar a Marinha, Exército e Aeronáutica para retomar áreas ocupadas pelo crime. “Polícia Militar, Polícia Civil é feita para prender. Polícia do Exército é feita para reocupar o território”, dizia na gravação. “No meu governo, as Forças Armadas vão entrar, mas não é para prender. Exército e Marinha não entram para perder. Entram para resolver”. Questionado sobre o que seria resolvido, reafirmou sua declaração anterior: “resolver é reocupar o território”.

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