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Economia / 01.09.2026

BNDES aumenta participação no Plano Brasil Soberano, que chega a R$ 22,6 bilhões

Prédio do BNDES no Centro do Rio Reprodução/TV Globo O BNDES vai quase dobrar sua participação no Plano Brasil Soberano 3 e, com isso, o orçamento do programa voltado para ...

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POR G1 ECONOMIA

Publicado em 01/09/2026 às 11:46

BNDES aumenta participação no Plano Brasil Soberano, que chega a R$ 22,6 bilhões
© FONTE: G1 Economia


Prédio do BNDES no Centro do Rio Reprodução/TV Globo O BNDES vai quase dobrar sua participação no Plano Brasil Soberano 3 e, com isso, o orçamento do programa voltado para apoiar empresas afetadas pelas tarifas de importação dos Estados Unidos e por conflitos internacionais subirá para R$ 22,6 bilhões, informou o banco de fomento nesta terça-feira. O BNDES vai aderir ao plano com R$ 9,1 bilhões, ante R$ 5 bilhões previstos inicialmente. O plano, em sua terceira edição, também terá uma linha específica para minerais críticos. 🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1 A previsão é que, em 15 dias, as empresas já poderão protocolar pedidos de empréstimo no BNDES ou nas instituições financeiras parceiras do programa. Haverá linhas para: Capital de giro; Capital de giro para exportação; Aquisição de bens de capital ou investimentos para adaptação de atividade produtiva; Investimentos para ampliação de capacidade produtiva ou o adensamento de cadeia de produção; Inovação tecnológica ou adaptação de produtos. Agora no g1 "O Plano Brasil Soberano se mostrou fundamental para ampliar o acesso das empresas brasileiras ao crédito em um momento de maior instabilidade no comércio internacional", afirmou o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante. "Essa nova etapa fortalece setores importantes da indústria, como fertilizantes e minerais críticos, fundamentais para o novo caminho de desenvolvimento do país", adicionou Mercadante. O programa prevê R$ 8,8 bilhões para exportadores atingidos pelo aumento de tarifas de importação dos EUA. Outros R$ 6,8 bilhões serão destinados aos exportadores e seus fornecedores que exportam para países do Golfo Pérsico, região impactada pela guerra entre EUA e Irã. E dos R$ 7 bilhões restantes, os principais destinos são R$ 4 bilhões para empresas de adubos e fertilizantes e R$ 2 bilhões para companhias que atuam na cadeia de minerais críticos e estratégicos. Segundo o BNDES, os encargos financeiros variam conforme o tipo e a finalidade do financiamento.

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